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terça-feira, 19 de maio de 2009

Ao meu PROFESSOR SERRANO

Quem sou eu?
Sou de facto um dos seus antigos alunos, da 4ª classe, do ano lectivo de 1970 /71, na escola primária de Penamacor. Acabei de ler todos os seus trechos, publicados no seu blogue, e não tenho dúvida alguma, o Sr. é realmente quem eu penso. Se o Professor Serrano, ainda recorda a forma como por vezes dispunha os elementos da turma, frente à sua secretária, em forma circular e em pé, para as chamadas orais, colectivas, invariavelmente, à sua direita ficavam sempre os mesmos dois alunos. Lembra-se?
Infelizmente, há muito que um já partiu, Deus assim o quis. Era o Manuel André. Eu, o José, era o companheiro do Manuel André na ala direita.
Mais, o meu pai, afim de evitar o desgaste prematuro das minhas "alpergatas" ( calçado de luxo na raia ) com uns pontapés na bola, achou que a melhor forma de evitar que tal sucedesse, seria ocupar-me o tempo com umas explicações, extra horário escolar. Foi o Sr., além de meu professor, também meu explicador.
Quis o destino, ainda num passado recente, que o tenha visto em Penamacor, na papelaria Seguro.
Reconheci-o, falei-lhe, e surpreendente mesmo, foi o professor Serrano, depois de puxar pela memória, ter-se recordado do meu nome completo. Que memória prodigiosa.
Sabe agora quem sou?
Creio que sim.
Professor Serrano, que me diz da ideia de tentar reunir toda a nossa turma da 4ª classe, quase 40 anos depois, e fazer uma almoçarada-convívio, recordar aquelas tão bem dadas e necessárias "réguadas" com a "menina dos cinco olhos", (como doíam naqueles gélidos dias de inverno) tempos em que a Escola ensinava, educava e o Professor/a era uma autoridade, Homem ou Mulher de respeito, cantar os "vivas", etc..., em Penamacor, em data a combinar. Poderá ser, no restaurante "O Quartel". Perdoe-me o atrevimento, mas já leu o meu trecho "Crime no Quartel"?
Que o meu trecho, não seja motivo, para não ser o local eleito.
Aguardo a sua douta opinião.
Com um abraço amigo
Zé Morgas

sábado, 16 de maio de 2009

UM TRIBUTO AO PROF.

ZÉ DE VASCONCELOS

É quase manhã. Há pouco que entrei em casa. Subi as escadas, julgando ver ainda nas paredes as marcas dos dedos anónimos que as ergueram. Abri a porta, cá dentro, um escuro mais escuro que o escuro da noite, mas povoado do silêncio das respirações e dos sussurros.
Acendi a luz, sentei-me no sofá. Levantei-me, procurei uma caneta e um bloco de papel. Preciso de escrever, tenho que escrever, pediram-me e isso, prometi. Mas o quê? Na minha mente tudo passa vertiginosamente à velocidade da luz. Um torpor hipnótico assalta-me o corpo antes de invadir o espírito e lhe conceder autorização para liberdades impensáveis. Falar de ti, escrever sobre ti. Perdoa-me o atrevimento.
A propósito, Vasconcelos, conhecemo-nos há quanto tempo? Já lá vão quase 27 anos. Passámos muita coisa juntos.
Vasconcelos: o HOMEM, o PROF, o AMIGO.
Seria fácil falar de alguém, bastaria para tal usar uma linguagem “científica”, já que exprime, ou deve exprimir com rigor absoluto, conceitos rigidamente determinados, sem ambiguidades e sem equívocos, meia dúzia de adjectivos enaltecendo outras tantas qualidades, e já estava.
Mas contigo não, por certo não vou escrever nenhum texto com linguagem literária, já que para o ser deve revestir-se de qualidades, mas falta-me a arte. Contudo não deixará de ser uma linguagem correcta sujeita a regras gramaticais. Decerto saberás que eminentemente subjectiva, a linguagem literária não se ajusta a uma realidade externa que a delimita, nem sequer procura exprimir tal realidade. A sua finalidade essencial é representar um mundo de ficção, mundo imaginário que ela cria, mundo ao qual nos transporta e nos faz viver.
Sem dúvida, com efeito, o literato descobre e explora nas palavras sentidos que a evolução semântica tornou obsoletos para o vulgo; ou então relaciona sentidos próprios e figurados dentro dos vocábulos e joga com eles. Assim o leitor vai descobrindo infindas matizes na frase, uma variedade de significações que são um deleitoso divertimento para o seu espírito. Assim és tu.
Quem não recorda ainda hoje aqueles termos, aquela linguagem a que me permito a ousadia de chamar de “ vasconceliana ”, tão rica em figuras e imagens, muitas e variadas. Lembra-me quando subíamos as fornalhas: “ abre-me aí só 1/8 de volta ”, “ é preciso quenchar ”, “abre aí um pintelho ”, “ oííí agora fecha aí só um pintelhinho ”, “ sobe a tempe...” e completava o operador “ ratura ”, dizias logo “ este homem é um cãmpião, bom trabalho ”; expressões estas, que perduram e perdurarão no tempo.
Nos dados, sim, nesses joguinhos que de vez em quando fazíamos. Eram um colorido de estilo. Momentos áureos, curtos, mas de puro lazer e prazer. Já assisti a centenas de partidas, sempre o mesmo, algumas palavras, conjunto de sons articulados, numa linguagem científica que só tem por missão significar; o significado é simplesmente a leitura dos dados, o jogo saído.
Contigo não, as palavras e as frases na sua essência física, isto é, na sequência de sons, surgem como autênticos valores estéticos de carácter acústico. Os arremessos sempre balbuciados: “ seee fores ao baile ”, “ estou a pressentir ”. “ trezentos sessenta ”, “ aiii que ia fooondo ”; a leitura de jogo sempre enfatizada: “ pôôôô ”. “ follio ”. Esses “ follios ” de mão que passavam a “ bife, a tetrafollio, a pentafolio ”, e aquele exclamado: “ já está a jogar para botões de punho ”, uma sequência mínima; “ viiirammmm ”, que já ninguém precisava de ver, todos sabiam que de uma sequência máxima se tratava. “ Já está a jogar com taipais ”, dizias tu sempre que o adversário tirava uma “ vintada ”. E então quando saía uma “ pissada ”, “ há festa na paróquia ”. Se vias o adversário com hipóteses de fechar alguma casa começavas logo “ vai-se atirar do comboio em andamento “, “ não vale, temos que chegar primeiro à estação ”. E oh meu Deus, se a vitória te sorria, com “ mongo ” ou “ chino ”, era a apoteose em delírio com a declaração registada em acta: “ declaro sob compromisso de honra que apanhei um chino ”. “ Vexavas ” os teus adversários. Eras, és um lança mão de significações figuradas.
Como figurados eram, são todos os teus ensinamentos. Todos se recordam ainda da forma como ensinavas...aprendendo. Quem não se lembra daquelas noites de “seca” que a muitos impingiste, atentos mas a morrer de sono, invejando-te a genica. Todos aprendemos contigo, e não conheço ninguém, que trabalhe no etileno ou no complexo, que afirme que nada aprendeu ou aprende contigo, não o digo por respeito, digo-o apenas por ser verdade. És um monstro de sabedoria.
E fora de portas…Eu, particularmente, ente algumas, que foram muito poucas, recordo-me de uma noite bem passada, (visitamos umas “ capelinhas ” para benzer uns canecos!!!), em que falámos horas sobre um belíssimo tema: A alquimia do amor, defendida por ti e a química do desejo defendida por mim. A resistência aos apelos e tentações da carne. De outras coisas falámos. Reparei nessa noite que tinhas um sentido de humor à prova de bala, uma inteligência prática descomunal e uma memória impressionante
Os conselhos que te ouvi, quando regressei do hospital, depois do acidente de moto que sofri. Sofri a bom sofrer. Durante quase três dias, atravessei uma serenidade polar vizinha da morte. É nessas horas que pensamos que realmente não temos o controlo de nada nesta vida. Mas, com peças a menos, safei-me, e cá ando. Sabes que sempre defendi a vida pelo lado epicurista, abusando de certos prazeres, há quem os considere excessos, sabendo que isso pode significar morrer mais cedo. Coisas da vida. Desta vida que nos prega partidas.
Quando vejo mais injustiça que justiça, mais ignorância do que educação, mais crime sem castigo do que castigo no crime, mais negligência do que empenho, mais folclore do que concretização, e acima de tudo mais doença do que saúde, tudo me empurra e encosta mais à forma de vida que tenho levado, que muitas vezes já discutimos, sem que nenhum se torne o dono da razão. A vida é uma ironia, vive-se ao contrário do seu próprio sentido. Sem querer, cai-se na malha do sofrimento sem retorno.
Há sempre esperança, e a esperança pode estar em cada um de nós, mas morre quando nos confrontamos com a realidade. Acreditar é um bonito verbo, mas ninguém acredita no vazio. E a verdade é que por detrás da vida se esconde um enorme vazio. Nem positivo nem negativo: apenas o nada. Se a vida não é nada, não vale o sofrimento que nos faz sofrer. Também não vale a pena morrer. Jamais pensarei ou quererei ouvir algum eufemismo, aquela ironia de dizer coisas tristes de uma maneira suave.
Não, não quero.
Força Vasconcelos, força Amigo.
Sei agora como foi e é um privilégio aprender contigo. Mas sobretudo um prazer jamais enferrujado saborear a nossa amizade. Permiti-me aqui usar no trato uma metonímia, melhor uma antonomásia:
És o nosso PROF.
O PROF. do etileno.
Fica bem.

Zé Morgas

domingo, 10 de maio de 2009

ESTATUTO

Pelo nono ano consecutivo, estive em Puerto de Santa Maria, na altura da realização do MotoGP De Jerez de La Frontera.
Além da já habitual presença dos meus amigos e companheiros de asfalto, Goucha, Zé Manel e o veterano Palma, o Palma tem quase o dobro das minhas presenças em Puerto, estiveram connosco este ano, um grupo de motociclistas, mulheres e homens , vindos dos Açores, da ilha Terceira, 22 no total e 16 motos.
Chegaram a Portugal no dia 28, levantaram as motos no transitário em Lisboa, e, meteram-se à estrada direitinhos aqui ao Alentejo, até Santiago do Cacém.
Tínhamos à sua espera para jantar, uma deliciosa sopa de tomate com peixe, e uma divinal carne de porco preto acompanhada com umas batatinhas fritas.
E pinga a condizer. Isto no restaurante “Os Arcos” em Santiago de Cacém.
Feitas as apresentações, jantou-se, e no final fez-se um breve briefing: conselhos de condução em grupo, trajecto até Puerto e planos de visitas para os dias seguintes: a Gibraltar e a Ronda.
Foi distribuído o pessoal pelos aposentos onde pernoitariam. Como é hábito, há sempre uns duros da noite, que antes de recolherem, não dispensam uma visita pelas capelinhas locais. Foram benzidos convenientemente. O Parafuso que o diga.
Como combinado, Quarta-Feira, o ponto de encontro para tomar o pequeno-almoço foi na pastelaria Serra, em Santiago do Caçém.
Passava um pouco das 9 horas quando iniciámos a nossa viagem rumo a Puerto de Santa Maria.
O trajecto de ida foi decidido pelo Algarve, já que, estava à nossa espera, mais um companheiro em Loulé.
Santiago, Ermidas, um primeiro engano, o Chico voltou para trás, auto- estrada, paragem nas bombas de Almodôvar, aqui a “Shadow 600” do "Macaco" furou a roda dianteira, atamancou-se o furo com os meios disponíveis. Substituir a câmara-de-ar só em Faro. Coube ao Goucha, rebocar o Luís “Macaco” até lá.
Em Loulé, juntou-se ao grupo outro Luís, bem mais constituido, e seguimos viagem.
Ficou acordado parar na estação de serviço antes de Sevilha para abastecimento das motas, “pinchar” algo, e aguardar pelo Goucha e pelo “Macaco”. Chegou a “Shadow 600”, com o problema do furo resolvido, mas com um novo problema: a partir dos 110 Km/hora falhava. Problema eléctrico? Carburação? Faríamos a viagem mais devagar, o importante seria chegar. Em Puerto logo se resolveria a situação. Assim se fez.
Chegados a Puerto havia a difícil tarefa de distribuir as pessoas pelas habitações disponíveis. Coube ao Palma fazê-lo. Eu e o Goucha com grande esforço, tivemos que malhar umas “cañas”, no Romerijo, acompanhadas com umas “navalhas” e umas gambitas “al ajillo”. Tudo fizemos para merecer o cartão amarelo, ex aéquo. E não é que o conseguimos!
Surge então novo problema:
Uma Honda Hornet, tinha feito a viagem impecavelmente, parou normalmente. Quando necessária para transportar o dono aos aposentos, recusou-se a trabalhar. Entregou a alma ao criador.
Nada mais a fazer que guardá-la na garagem. Assim foi feito.
Jantou nesse dia, parte do grupo na “maison do assador”.
Quinta-feira foi dia de passeio até Gibraltar.
O “povo das avariadas", virou pendura noutras motos.
Tivemos uma primeira paragem em Tarifa e dali seguimos para o almoço
Almocei pela primeira vez, almoçou todo o grupo, num restaurante asiático em La Linea, e para surpresa minha, gostei, aliás todos gostaram.
Seguimos para Gibraltar, é sempre uma “curte” atravessar a pista de aviação, faz sempre muito vento, e dirigimo-nos para o célebre “Upper Rock Europa Point”, afim de tirar uma foto de grupo com Africa por pano de fundo. Vê-se muito bem Ceuta e Arzila. Como o grupo era muito numeroso, tornava-se complicado arranjar estacionamento, e fazer um passeio mais pormenorizado pela cidade. Em verdade há muitas lojinhas onde comprar umas recordações. Haverá com toda a certeza, outras oportunidades.
No regresso, fizemos uma visita ao circuito de velocidade de Jerez de La Frontera.
Chegados a Puerto, era imperativo levar as motos avariadas para a oficina. Apesar de Sexta-Feira ser feriado, as oficinas estariam abertas.
Oh azar, alguém do grupo, e sabendo que a “Hornet” estava avariada, não teve melhor ideia que parquear a moto na cave -3.
Subiram-na à força de braços. Gente nova e com genica.
Sexta-Feira: Passeio a Ronda e Arcos de La Frontera. Almoço em Ronda.
Ronda é tida como a cidade berço das touradas.
Arcos de la Frontera apresenta vistas impressionante sobre as planícies férteis da Andaluzia. Foi essas vistas que serviram de fundo a muitas fotos tiradas pelo grupo.
Sábado e Domingo: dois dias livres, passados em Puerto de Santa Maria.
Cada qual desfrutou a seu bel-prazer. Fizeram compras, foram tratar das motos, etc.
Domingo foi dia Grande:
O Rossi venceu a prova de MotoGP. Foi uma corrida perfeita.
Uma corrida à “IL DOTTORE”
Segunda-feira regresso a Portugal, com entrada em Sevilha, visita ao centro e à Catedral.
Confesso que estava apreensivo, o grupo era muito numeroso, para quase todos eles, era a primeira vez que se viam no meio de tanto movimento, receava que alguns se perdessem, fácil acontecer num qualquer semáforo, mas era ponto de honra para o Palma levar o grupo ao centro da cidade.
Das várias vezes que já fui a Sevilha, foi dos dias que vi menos movimento. Uma boa ajuda para um grupo tão numeroso…bastaram os contratempos e as avarias da ida, também tínhamos direito a algum momento de sorte. Aconteceu.
Contudo, não posso deixar de dar os parabéns a todo o grupo, pela exemplar forma como se comportaram e se safaram.
Mais, junto com o Palma, o Goucha, e outros companheiros, temos feitos largos milhares de Kms de moto, estamos habituados a longas tiradas e a velocidades elevadas. Pelo que conheço da ilha Terceira, e pelo que me foi dado ouvir, embora o grupo, fazendo passeios todos os fins-de-semana, são passeios curtos, bem ao jeito das maioria das motos que vieram, e do equipamento que traziam. Não duvido que algumas “nalgas” foram daqui assadas…com selas assim…
O tempo, até o tempo foi nosso amigo. Já “papei” muita chuva a caminho e no regresso de Jerez. Este ano nem uma gotinha para baptismo.
Mas, ainda bem.
Almoçamos em Serpa no “Molhó Bico” e jantámos em Santiago do Caçém no “Covas”.
Foram feitas as despedidas. Correu tudo ás mil maravilhas. Mais importante que tudo, foi não ter havido quedas.
Espero de um dia vos voltar a ver, para uma viagem aos Pinguinos.
Mais uma vez os meus parabéns a todas e todos.
E, por falar em Pinguinos, já lá fui quatro anos seguidos, este ano falhei por compromissos profissionais. O que eu padeci, para convencer o meu amigo "O+àponta", a ir lá pela primeira vez.
Recordo aqui uma palavra ouvida da boca do meu amigo"O+àponta": “ESTATUTO”
Estava eu, o "O+àponta" e o Prof., outro grande companheiro do asfalto,e com largos milhares de kilómetros feitos de moto, com sol, chuva, vento, neve. etc... sentados numa mesa de café, bebendo umas bjecas, falando de motos e de viagens de moto, kilómetros de moto, etc., quando constatei nesse dia, depois de contas feitas, que tem mais kilómetros andados a minha moto, só esta moto, sem contabilizar mais estes quase 2000 Km feitos neste passeio, que todas as motos juntas do meu amigo "O+àponta". Mas, sempre nos ia dizendo: “Nas motos, Eu tenho Estatuto”
Interroguei-me e interrogo-me sobre que estatuto. Julgando perceber o sentido com que emprega a palavra estatuto, e sem querer considerar outro tipo de definição, Será aquele tão bem descrito pelo Lula da Silva, que exibiste no dia seguinte, no vosso passeio de moto de mato, aquando da tua queda:
“vi-o debaixo da moto, com a cara no chão e as partes pudibundas expostas de tal forma, que até metia dó…”
Ou, como diria o Mestre Celestino:
“enramalhou-se todo com a cara pela areia, nalgas pró ar, ficou numa posição tão frágil, que até enfurecia…”
Ou nas tuas palavras:
“ o que quis foi libertar a perna a raspar-me dali para fora, só me cheirava a gasolina…”
O que pensar amigo? Que isto é estatuto? O teu estatuto. Será?
Claro que não.
Em relação a quedas, nos motociclistas apenas conheço duas classes:
---- Os que já caíram. Eu já cai.
---- E os que estão para cair
Pois amigo "O+àponta", para mim, estatuto, na forma como o interpretas, é o que têm esta malta dos Açores, permitam-me que assim os trate, Vir de uma pequena ilha como a Terceira, para o Continente, a maioria dos quais pela primeira vez, para realizar um passeio, rumo ao desconhecido, com tiradas maiores, que o maior dos passeios que realizam aos fins de semana, sem motos nem equipamento adequado a este tipo de passeios, isto sim, é estatuto, é estatuto de motard.
Um particular elogio á Jody.
Mulher de armas na sua Harley.
E porque de passeios gosto, no próximo dia 31 deste mês de Maio de 2009, rumarei à Madeira, de barco, levando comigo, a minha velhinha Suzuki, para descobrirmos durante sete dias, toda a beleza que a ilha têm.
Para terminar, Amigo "O+àponta", deixo aqui neste trecho do Zé Morgas um convite:
Conto contigo para o ano que vêm em Jerez, e, como já acordado com o Prof, em 2011, estaremos junto nos Pinguinos.
Que a tua VFR não crie teias de aranha, por favor.
Até lá teremos que “entornar umas”.
A todas e todos
Saudações motards e votos de boas curvas
Zé Morgas